1 2 3 4 5

Faça valer o seu suor


Faça valer o seu suor
Hoje em dia se sabe que o treino é responsável por 20 a 30% do resultado, o restante é mérito de dieta e descanso adequados
Com bastante frequência ao questionar amigos e pacientes sobre o motivo de estarem sedentários, ouço comentários como: desisti de praticar esportes porque nunca evoluo mesmo, ou então não “tenho genética boa” para isso. Esse pensamento soa para mim como certo conformismo, mas muitas vezes é resultado de experiências passadas que não resultaram em êxito, tanto em melhora da condição física como na melhora da composição corporal (redução da gordura e/ou aumento da massa magra).
O que eu quero ressaltar é a importância da alimentação para quem está praticando exercícios físicos. Hoje em dia se sabe que o treino é responsável por 20 a 30% do resultado, o restante é mérito de dieta e descanso adequados. Então, eu me pergunto por que muitas pessoas continuam insistindo em perder seu tempo e seu suor apenas iniciando uma rotina de treinos sem alterar minimamente seus hábitos alimentares.
 
Vamos aqui dar uma abordagem geral de alguns pontos relevantes e fundamentais para um bom resultado. Costumo dizer que são 4 os momentos-chaves para um bom resultado: café da manhã, refeições pré e pós-treino e a última refeição do dia (ceia).
Café da manhã: é a refeição responsável por quebrar o jejum noturno. Ele serve para estimular seu metabolismo a iniciar as atividades diárias. Quem não faz um bom café da manhã tem menos disposição, mais sonolência e menor saciedade ao longo do dia, apresentando tendência a comer mais e pior nas refeições seguintes, principalmente no final do dia, momento no qual o metabolismo está mais lento. Alguns alimentos importantes no café da manhã: cereais integrais, frutas e alimentos protéicos (ovos, queijos, leite, produtos cárneos).
Refeição pré-treino: tem o papel de fornecer energia direta para a execução do treino. Deve reabastecer os estoques de glicogênio muscular (reserva de carboidrato no músculo e fígado) e elevar moderadamente a glicemia. Deve prioritariamente fornecer carboidratos se for próxima ao treino (Ex.: maltodextrina), mas se for feita com antecedência de 1 a 2 horas pode combinar também proteínas, fibras e gorduras boas (Ex.: Sanduíche com peito de frango, salada e azeite).
Refeição pós-treino: serve para cessar o catabolismo (“queima”) muscular que ocorria durante o treino e iniciar o processo reparo ao dano muscular e reabastecimento das reservas energéticas que foram depletadas no treino. Para isso, ela deve fornecer carboidratos e proteína de rápida absorção, e de preferência ser baixa ou isenta em gorduras e fibras que retardam a digestão da refeição. Um exemplo é um mix de maltodextrina ou dextrose com whey protein.
  
Ceia: essa refeição costuma não receber atenção e muitas pessoas tem medo de comer em horário próximo a ir dormir, achando que vão engordar. Mas o principal papel dessa refeição é manter ótima a concentração de aminoácidos no sangue durante o sono. Esses aminoácidos servirão de substrato para o reparo ao dano gerado ao músculo durante o treino e promoverão a hipertrofia muscular durante o sono. Nessa refeição deve-se garantir a ingestão de proteína, de preferência as de digestão mais lenta como carnes, clara de ovo, iogurte light ou suplementos específicos como caseína micelar.
Essas são algumas dicas de refeições que devem ter total atenção na dieta de qualquer indivíduo que esteja praticando exercícios físicos, para que não se repitam os insucessos de tentativas anteriores em iniciar a prática de exercícios e não ter bons resultados. Para uma orientação não só qualitativa, mas também quantitativa recomendo procurar um bom nutricionista para adequar suas necessidades a um plano alimentar individualizado. Obtendo bons resultados você terá maior estímulo a continuar a ter um estilo de vida mais saudável.

Fonte: http://www.clubdofitness.com.br/faca-valer-seu-suor/
Ler Mais

ANS quer regular hospitais e clínicas

O diretor-presidente da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), Mauricio Ceschin, defendeu nesta terça-feira (14) que, além das operadoras dos planos de saúde, o órgão passe a regular os prestadores de serviços na área – hospitais, clínicas e laboratórios, entre outros.
“Entendo que essa [regular as operadoras de planos de saúde] tem sido a posição da agência ao longo de 11 anos, mas não é mais suficiente para enfrentar os problemas que estamos enfrentando”, disse. Segundo ele, a alternativa já está sendo discutida entre membros da Diretoria Colegiada da ANS e tem o apoio do Ministério da Saúde.
Durante reunião do Conselho Nacional de Saúde (CNS) sobre casos de omissão de socorro no País, Ceschin lamentou a morte do secretário de Recursos Humanos do Ministério do Planejamento, Duvanier Paiva Ferreira, no último dia 19. Segundo a família, ele passou mal e teve o atendimento negado em dois hospitais particulares porque não tinham convênio com o plano de saúde do servidor público.
“Não faz sentido, em um país com o segundo maior setor [de saúde] suplementar, com mais de 47 milhões de planos médico-hospitalares, com uma estrutura hospitalar de mais de 6 mil unidades, um cidadão não ser atendido porque, no momento, não tinha um cheque caução. Precisamos enfrentar essa lacuna regulatória”, ressaltou.
O diretor-presidente da ANS lembrou que a omissão de socorro é caracterizada no Código Penal, no Código Civil e no Código de Ética Médica. Ele avaliou que é preciso repensar todo o sistema de urgência e emergência brasileiro, promovendo a integração do sistema público com o sistema de saúde suplementar.
“Defendo que, uma vez que o paciente procure o serviço, ele não possa ser dispensado sem uma avaliação de risco”, disse. Outra proposta apresentada por Ceschin visa a estabelecer uma obrigatoriedade para que as operadoras de planos de saúde mantenham um canal de atendimento 24 horas para autorização de procedimentos.
“A ANS tem total interesse em fazer isso. Precisamos definir claramente até onde a agência pode ir”, destacou.
Durante a reunião do conselho, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, caracterizou como fundamental uma mudança de lei que permita à ANS regular os prestadores de serviços. Para ele, a atual definição de atuação da agência representa uma lacuna na legislação brasileira de saúde suplementar.
“É importante continuarmos debatendo o esforço de ampliação das urgências e emergências., mas temos que enfrentar também um outro debate: nenhuma insuficiência de rede justifica omissão de atendimento”, concluiu. Padilha propôs também que a exigência de cheque caução por prestadores de serviços de saúde seja tipificada como crime, a fim de combater a prática.
Ler Mais

Conviver com animais fortalece o coração


Pesquisadores japoneses afirmam que conviver com um animal
doméstico melhora a saúde do coração 
Thiago Lontra /Extra


Pessoas que sofrem de doenças cardiovasculares crônicas, como hipertensão, e convivem com um animal de estimação costumam ter corações mais saudáveis do que o grupo sem mascotes por perto. É o que indica estudo japonês realizado na Universidade de Kitasato, em Kanagawa, e publicado na revista da Associação Americana de Cardiologia. Isto significa que o coração desses indivíduos apresentam melhor resposta às necessidades corporais, como bombear sangue mais rapidamente em situações de estresse.

Entre os pacientes com doença coronariana, os donos de animais de estimação apresentaram sobrevida maior, de pelo menos um ano, que os pacientes sem mascotes, diz Naoko Aiba. Em seu estudo, a equipe japonesa acompanhou durante 24 horas, 191 pessoas com diabetes, pressão arterial alta ou colesterol elevado, usando um monitor cardíaco. A faixa etária dos voluntários variou de 60 anos a 80 anos. Eles também foram entrevistados sobre suas atividades diárias. Aproximadamente quatro de cada dez participantes tinham um animal de estimação.

— Acredito que os animais de estimação são uma forma de apoio social, ajudam a reduzir o estresse e podem satisfazer, em parte, a necessidade de companhia — afirma Judith Siegel, professora da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de Los Angeles, que não participou do estudo.

Porém os pesquisadores japoneses comentam que só acompanharam as pessoas um dia e que é preciso considerar outros fatores, além da convivência com os animais. Para Erika Friedmann, professora da Escola de Enfermagem da Universidade de Maryland, o estudo é mais um indício da conexão entre ter um mascote e melhor saúde.

Ler Mais

O quão feliz você está hoje?

O aplicativo Mappiness foi criado para fazer parte de um estudo sobre a felicidade e chama toda a população britânica para participar. Mesmo sendo parte de uma pesquisa, ele ajuda as pessoas a visualizarem os momentos em que se sentem melhor ao longo do tempo.
Ao baixar para o seu smartphone, você programa os horários que o aplicativo poderá te enviar alertas. Dessa forma, você não receberá nada em horários impróprios, como quando você estiver dormindo.
As perguntas que aparecem quando o alerta chega são:
  • Você se sente acordado?
  • Você se sente relaxado?
  • Você se sente feliz?
Imagem: App Store
Quando as perguntas aparecerem, será pedido também para você tirar uma foto do ambiente em que está, se quiser. A foto dirá para os pesquisadores se são em lugares abertos, fechados, urbanos, naturais, etc. que as pessoas se sentem felizes com mais frequência.
Seguindo as respostas dadas, o Mappiness cria um gráfico que exibe os lugares onde você respondeu as perguntas positivamente, as pessoas que te rodeavam no momento que você se sentia mais alegre e os dias ou horários que você se sentiu melhor.
Obter informações sobre a sua própria felicidade, que às vezes você nem mesmo tem tempo para pensar, pode ocasionar reflexões sobre o que fazer para conseguir responder aquelas perguntas de maneira positiva quando elas chegarem. Saberá se o simples fato de comer ao ar livre te fará ter um dia melhor ou não.
O objetivo do aplicativo é arrecadar informações suficientes sobre a felicidade e transformá-las em publicações acadêmicas.
Até agora, o Mapiness recebeu 22 mil colaboradores que mapeiam a própria felicidade. Com os dados arrecadados, descobriram que o dia menos feliz da semana é a terça-feira, quando todos esperavam que fosse a tão mal falada segunda-feira. O horário mais alegre para a maioria das pessoas é às 8 da noite aos sábados
Ler Mais

Planos de saúde podem ir à Justiça por reparação na troca de silicone

Confrontados com a fraude de próteses das marcas francesa PIP e holandesa Rofil, que utilizavam silicone industrial, os planos de saúde deverão recorrer à Justiça para garantir que o governo - ou mais especificamente a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) - cubra os custos que eles terão com a troca dos implantes das pacientes. O entendimento consta de parecer jurídico encomendado pela Associação Brasileira de Medicina de Grupo (Abramge), entidade cujas operadoras associadas respondem por cerca de 20 milhões de usuários de plano de saúde em todo o País.
Conforme o documento, "no âmbito do consumidor, não há dúvidas de que a Anvisa é corresponsável pelos danos sofridos pelas pacientes usuárias das próteses mamárias. A Anvisa tem responsabilidade civil objetiva não só pela sua falta de cuidado, técnica e atenção ao autorizar o registro de tais produtos no Brasil como também por sua omissão na não fiscalização dos produtos registrados", diz o parecer.
De acordo com a Anvisa, o Brasil importou 34.631 próteses fraudadas desde 2005, das quais 24.534 foram comercializadas. As outras 10.097 próteses serão recolhidas e descartadas, mas pelo menos 12 mil mulheres no Brasil utilizaram essas próteses irregulares em seus implantes mamários.
"Os planos de saúde foram obrigados a fazer o pagamento da prótese. Achamos que tanto (no caso da) cirurgia quanto da prótese, pelo entendimento do nosso departamento jurídico, as autoridades sanitárias do País é que são as responsáveis, quer na hora do registro do produto, mesmo que haja um engano ou uma falsidade na hora de registrar o produto, quanto pela fiscalização. Se realmente o produto for falsificado e se vendia o produto de silicone comercial, a responsabilidade pode ser remetida novamente", disse Arlindo de Almeida, presidente da Abramge.
"Por determinação de uma portaria do Ministério da Saúde, somos obrigados (a tocar as próteses). Não quer dizer que vamos aceitar pacificamente isso. Vamos aceitar pacificamente isso porque o mais importante é o paciente. Vamos fazer tudo, o paciente vai ser tratado, mas podemos reverter essa ação à Anvisa, por exemplo, responsabilizando-a por isso. Se o volume for muito grande, representativo economicamente, isso poderá ser feito. Pelo que eu sei, os planos de saúde em geral vão agir dessa maneira, vão fazer a cirurgia. Vão acionar dependendo da despesa que tenham. Se a operadora quiser fazer essa reversão da ação, ela pode cobrar do governo esse tipo de coisa", completou ele, que participou de audiência pública na Comissão de Assuntos Sociais do Senado.
Para o diretor-presidente da Anvisa, Dirceu Barbano, a agência reguladora "está preparada" para discutir judicialmente a responsabilidade pelos implantes PIP e Rofil.
"Se juridicamente os planos de saúde entendem que eles foram lesados em relação a isso e a Justiça entender dessa forma, a Anvisa vai prestar todos os esclarecimentos possíveis e necessários para demonstrar as responsabilidades da instituição e quais são os limites que existem em relação ao tipo de garantia que assim se espera em uma situação dessas", explicou.
"Se cabe a discussão de quem é a responsabilidade ou não pela fraude, a primeira responsabilidade é de quem pratica, é do importador, que é o detentor do registro. Vamos verificar se houve alguma falha na estrutura de controle sanitário, mas aparentemente não houve", disse.
Na avaliação do Presidente da Associação das Vítimas da PIP, Rodrigo Wobeto, as próteses de silicone francesas fraudadas não eram de qualidade inferior e tampouco mais baratas que as concorrentes. Em todo caso, como utilizaram silicone industrial, "se criou um pânico parecendo que era o fim do mundo, que a paciente estava com uma bomba relógio e ia romper". "Não existe registro para dizer quais as próteses têm problemas. A maior parte das pacientes são assintomáticas ou com sintomas menores que não podem ser atribuídas a prótese. Por isso torna-se insegura. Isso gera uma angústia muito grande para a paciente, que elas passam para o médico", relatou.

Ler Mais

Planos de saúde podem ir à Justiça por reparação na troca de silicone

Confrontados com a fraude de próteses das marcas francesa PIP e holandesa Rofil, que utilizavam silicone industrial, os planos de saúde deverão recorrer à Justiça para garantir que o governo - ou mais especificamente a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) - cubra os custos que eles terão com a troca dos implantes das pacientes. O entendimento consta de parecer jurídico encomendado pela Associação Brasileira de Medicina de Grupo (Abramge), entidade cujas operadoras associadas respondem por cerca de 20 milhões de usuários de plano de saúde em todo o País.
Conforme o documento, "no âmbito do consumidor, não há dúvidas de que a Anvisa é corresponsável pelos danos sofridos pelas pacientes usuárias das próteses mamárias. A Anvisa tem responsabilidade civil objetiva não só pela sua falta de cuidado, técnica e atenção ao autorizar o registro de tais produtos no Brasil como também por sua omissão na não fiscalização dos produtos registrados", diz o parecer.
De acordo com a Anvisa, o Brasil importou 34.631 próteses fraudadas desde 2005, das quais 24.534 foram comercializadas. As outras 10.097 próteses serão recolhidas e descartadas, mas pelo menos 12 mil mulheres no Brasil utilizaram essas próteses irregulares em seus implantes mamários.
"Os planos de saúde foram obrigados a fazer o pagamento da prótese. Achamos que tanto (no caso da) cirurgia quanto da prótese, pelo entendimento do nosso departamento jurídico, as autoridades sanitárias do País é que são as responsáveis, quer na hora do registro do produto, mesmo que haja um engano ou uma falsidade na hora de registrar o produto, quanto pela fiscalização. Se realmente o produto for falsificado e se vendia o produto de silicone comercial, a responsabilidade pode ser remetida novamente", disse Arlindo de Almeida, presidente da Abramge.
"Por determinação de uma portaria do Ministério da Saúde, somos obrigados (a tocar as próteses). Não quer dizer que vamos aceitar pacificamente isso. Vamos aceitar pacificamente isso porque o mais importante é o paciente. Vamos fazer tudo, o paciente vai ser tratado, mas podemos reverter essa ação à Anvisa, por exemplo, responsabilizando-a por isso. Se o volume for muito grande, representativo economicamente, isso poderá ser feito. Pelo que eu sei, os planos de saúde em geral vão agir dessa maneira, vão fazer a cirurgia. Vão acionar dependendo da despesa que tenham. Se a operadora quiser fazer essa reversão da ação, ela pode cobrar do governo esse tipo de coisa", completou ele, que participou de audiência pública na Comissão de Assuntos Sociais do Senado.
Para o diretor-presidente da Anvisa, Dirceu Barbano, a agência reguladora "está preparada" para discutir judicialmente a responsabilidade pelos implantes PIP e Rofil.
"Se juridicamente os planos de saúde entendem que eles foram lesados em relação a isso e a Justiça entender dessa forma, a Anvisa vai prestar todos os esclarecimentos possíveis e necessários para demonstrar as responsabilidades da instituição e quais são os limites que existem em relação ao tipo de garantia que assim se espera em uma situação dessas", explicou.
"Se cabe a discussão de quem é a responsabilidade ou não pela fraude, a primeira responsabilidade é de quem pratica, é do importador, que é o detentor do registro. Vamos verificar se houve alguma falha na estrutura de controle sanitário, mas aparentemente não houve", disse.
Na avaliação do Presidente da Associação das Vítimas da PIP, Rodrigo Wobeto, as próteses de silicone francesas fraudadas não eram de qualidade inferior e tampouco mais baratas que as concorrentes. Em todo caso, como utilizaram silicone industrial, "se criou um pânico parecendo que era o fim do mundo, que a paciente estava com uma bomba relógio e ia romper". "Não existe registro para dizer quais as próteses têm problemas. A maior parte das pacientes são assintomáticas ou com sintomas menores que não podem ser atribuídas a prótese. Por isso torna-se insegura. Isso gera uma angústia muito grande para a paciente, que elas passam para o médico", relatou.

Ler Mais
 
| by Márcio Rodrigo ©2010