Em comunicado a diretora-geral da OMS negou as acusações de sofrer influência da indústria farmacêutica em anúncio de pandemia
Em resposta a um artigo publicado pela revista britânica British Medical Journal (BMJ) criticando a postura adotada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em aumentar o nível de alerta para a pandemia da gripe suína H1N1.
A diretora-geral da OMS, Margaret Chan disse que a decisão de elevar ao máximo o nível de alerta foi baseado em critérios epidemiológicos específicos.
O artigo publicado também questionou a imparcialidade da entidade internacional e apontou que o exagero no nível de alerta permitiu que empresas farmacêuticas de todo o mundo obtivessem grandes lucros com o anúncio, além de gerar pânico generalizado e manter em sigilo os nomes dos membros do comitê de emergência da OMS.
A responsável pelo organismo internacional esclarece que em momento algum interesses comerciais interferiram nas decisões da OMS e negou também que exista falta de transparência do órgão. Os nomes dos integrantes desse comitê serão divulgados assim que os trabalhos forem encerrados, afirma a diretora-geral.
Fonte:
G1
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